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| Foto de: Fernando Ribeiro/CEC |
Por Lucas Heckler
Criciúma (SC)
Uma das tradicionais entrevistas coletivas de Gilmar Dal Pozzo da sala de imprensa Clésio Búrigo, no estádio Heriberto Hülse, aconteceu na manhã desta terça-feira, dia 28. Mas, teve um sabor diferente. Desta vez, as falas proferidas pelo profissional foram como ex-funcionário do Criciúma. Ele foi demitido na última segunda-feira, dia 27, após a série de maus resultados frente a equipe, com três vitórias, quatro empates e seis derrotas.
Para o ex-técnico tricolor, os resultados fizeram a diferença, embora em sua avaliação a equipe tenha desenvolvido um bom futebol dentro de campo. “Basicamente foram os resultados de campo que não deram certos. Tirando o jogo contra o Internacional, que a nossa equipe ficou muito abaixo, nós tivemos bons no meu comando. Como é o caso da vitória contra o Atlético (Mineiro), da vitória contra o Santos e contra o Goiás, que nos deu muita esperança”, comentou.
“Em outras partidas nós tivemos o controle do jogo, como o caso do Figueirense, que era clássico, e nós ainda perdemos um pênalti. O caso do jogo contra a Chapecoense, em que perdemos um gol aos 48 minutos do segundo tempo, com bola na trave. No último jogo nós também tivemos uma bola na trave. Enfim, os nossos jogos foram sobre controle, especialmente em casa, mas infelizmente o resultado não veio”, acrescentou.
A passagem pelo Criciúma foi de 52 dias. De acordo com ele, foi o menor tempo de trabalho. “Meus trabalhos são a médio e a longo prazo, com início, meio e fim. Todos os meus trabalhos, aquele que conclui, conquistei os objetivos traçados pelo clube. Infelizmente no Criciúma o resultado não veio e é um sentimento de muita tristeza porque peguei já numa situação ruim na competição e a gente não melhorou. O sentimento de tristeza e amargo porque não pude terminar o meu trabalho”, colocou o ex-comandante tricolor.
Embora os resultados positivos não tenham surgidos, o profissional declarou que tentou fazer o melhor. “Foi um prazer ter comandando esse clube, um clube de tradição. Os resultados não vieram, mas fiquei feliz em ter comandado o Criciúma”, colocou. “Fiz o meu melhor. Se o meu melhor não foi o suficiente, paciência. Garanto que me dediquei ao máximo. Então vou guardar com muita recordação”, emendou.

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