
Tetracampeão. Esta é a palavra que os torcedores fanáticos do Esporte Clube Praia do Rincão querem gritar neste domingo após a partida final contra a CPAI.
Todos os três títulos do Praia no Praião foram “suados”. Em 1992 enfrentou na final a forte equipe do Retífica Nereu, e após o empate em 1 a 1 no tempo normal, o time do Rincão venceu a prorrogação por 1 a 0, gol de Miranda. Em 94, decisão contra um grande rival, o Brasil Pedreiras. E, o campeão somente saiu na cobrança de pênaltis. Foi 1 a 1 no tempo normal, no tempo extra não ouve gols. E, na cobrança de penalidades, o Praia se deu melhor: 3 a 2.
Após o título de 1994, foram doze anos sem levantar o caneco da maior competição de futebol de areia sul catarinense. Mas, em 2006, o torcedor praiano pode comemorar novamente. Com um empate em 2 a 2 no tempo normal, e uma vitória por 1 a 0 na prorrogação, diante da Carbonífera Criciúma, veio o tão desejado tricampeonato. A equipe ainda foi vice-campeã em 1990, 1999 e 2009/10.
A Praia chega na final com total favoritismo, pois é a única equipe não perdeu nesta edição, na realidade, sua última derrota no Praião foi na edição de 2009, quando perdeu nas quartas de final. No ano passado, foi vice-campeã invicta, a equipe perdeu somente nas decisão por penalidades disputada na final após empates no tempo normal e na prorrogação.
Neste ano, foram quatro vitórias e quatro empates em oito partidas. Os placares iguais foram contra o Siderópolis nas quartas de final, e, Vila Nova, Espaço Alternativo e Carbonífera Criciúma na fase inicial. Já contra as equipes do São José, do Palmeiras, do Trilho (todos na primeira fase) e do Vila Nova (nas quartas de final), vitórias.
Agora, para ficar com a Taça Jorge Zanatta, a equipe é obrigada a vencer, ou seja, não havendo vencedor no tempo normal e nem na prorrogação, o campeão será definido nas cobranças de penalidades máximas.
Texto: Lucas Heckler
Imagem: Divulgação
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